Uma das principais dúvidas na hora de viajar para o exterior refere-se ao dinheiro para aproveitar a estada em outro país. Como comprar? Qual é a melhor opção? Com o cenário político-econômico instável, o risco de perder dinheiro torna-se ainda maior. “O viajante deve começar a se organizar com o máximo de antecedência possível”, revela Mirela Brasil, sócia-proprietária da Cambiah by Treviso, empresa que atua como corretora independente no mercado de câmbio na Grande Goiânia e São Paulo.

“A primeira dica é: planeje sua compra. Não espere por um momento supostamente ideal para adquirir a quantia desejada, pois as moedas não são nada previsíveis”, ensina a especialista. Outra recomendação é fracionar a troca. “Uma vez que o mercado é extremamente volátil, o ideal é fracionar a compra. Assim, as perdas são bem menores no caso de uma desvalorização muito brusca”, explica Mirela.

Para saber qual o melhor tipo de moeda a levar em uma viagem, o ideal é colocar todos os gastos na ponta do lápis. “Os cartões pré pago possuem a vantagem de já se saber a cotação que será feita a compra, assim é possível controlar os gastos, além da segurança que este tipo de moeda nos traz. Enquanto as moedas em espécie possuem o IOF a 1,1%, no cartão pré pago a moeda possui o mesmo imposto a 6,38% (o mesmo do cartão de crédito)”, termina. (Andrea Regis)