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No dia 26 de novembro (sábado), de 9 às 15h, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove, em todo o Brasil, o Dia C – Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele. Na ocasião, cerca de 3 mil dermatologistas voluntários, realizarão consultas gratuitas em 127 postos de atendimento, em 25 estados brasileiros. A previsão é que mais de 30 mil pessoas sejam atendidas durante a mobilização. O atendimento será restrito para análise, diagnóstico e tratamento de câncer da pele. Em Goiânia, a ação promovida pela SBD-GO vai contar com cerca de 40 dermatologistas voluntários e vai acontecer no Serviço de Dermatologia do Hospital das Clinicas da Universidade Federal de Goiás, no Setor Leste Universitário.
“O Dia C é um dia de voluntariado no qual queremos mostrar que a identificação precoce do câncer na pele evita danos ou mutilações mais profundas. É importante, também, reforçar a importância de usar o protetor solar durante todos os dias do ano, independentemente da estação. A atitude preventiva ao câncer da pele deve ser diária, uma atitude de responsabilidade”, afirma Emerson Lima, coordenador da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Histórico
Na edição de 2015, 23 estados contaram com a participação de mais de 3 mil dermatologistas voluntários  e uma procura significativa da população. Cerca de 20 mil pessoas tiveram atendimento gratuito e 13,28% (2.651) delas apresentaram lesões de câncer na pele e foram encaminhadas para tratamento.
Desde a sua implementação, em 1999 a campanha da SBD atingiu 538.687 pessoas. Em 5 de dezembro de 2009, a SBD recebeu a certificação do Guinness World of Records por ter promovido a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia, e a maior campanha mundial de prevenção ao câncer da pele, com mais de 34 mil atendimentos em diferentes regiões do Brasil.
#DezembroLaranja chega em seu terceiro ano explorando a linguagem dos corpos
 
Com o tema “O corpo fala – cuide de sua pele”, a entidade chama a atenção para as causas menos graves de exposição desprotegida aos raios solares, os fotodanos (sardas, rugas, melasmas, queimaduras). Toda a comunicação da campanha é feita por meio de um alfabeto de corpos, formado por modelos contorcionistas. A partir das “letras vivas”, são criadas palavras, que remetem aos possíveis danos causados pelo sol, alertando para a prevenção. (Palavra Comunicação)