h3 mostra que é possível oferecer um alimento diferenciado e de qualidade com preços acessíveis a todos os bolsos

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Embora seja considerado um ícone da gastronomia americana, o hambúrguer foi introduzido nos Estados Unidos pelas mãos de imigrantes alemães, que aportaram ao país na segunda metade do século XIX. No Brasil, a iguaria só chegou na década de 1950, quando foi aberta a primeira lanchonete especializada no estado do Rio de Janeiro.

De lá para cá, o prato sempre esteve muito associado ao paladar infantil ou juvenil. Por conter, em grande parte das receitas disponíveis no mercado (pelo menos nas mais consagradas), ingredientes tradicionalmente calóricos, o hambúrguer também é uma opção alimentar bastante criticada pelas alas fitness e médica.

Para Claudia Malaguerra, country manager no Brasil do h3, rede portuguesa de franquias especializada em hambúrgueres, o lanche ainda é envolto em muitos mitos e preconceitos.  “Hoje podemos saborear um hambúrguer preparado de forma realmente saudável. No h3, por exemplo, é possível comer uma refeição completa, preparada por Chefs de reputação chancelada e servida em pratos aquecidos, sem o pão, inclusive, com acompanhamentos como arroz e salada”, explica.

“Trazendo o hambúrguer para um conceito de refeição completa, sem as características do produto oferecido pelo fast food tradicional, ele passa a ser um prato adequado para quem deseja se alimentar bem, preservando uma dieta equilibrada”, explica. Com isso, não há uma ocasião certa para saboreá-lo. O hambúrguer do h3, que contempla mais de 100 opções gastronômicas de combinações, tem boa aceitação tanto no almoço quanto no jantar, sendo também uma excelente pedida para quem busca aquele lanche descomprometido no meio da tarde. “Além disso, no h3 o menu cabe no bolso. Gastando entre R$ 12,90 e R$ 28,35, o consumidor fica satisfeito e bem nutrido”, reitera a executiva. (Economidia)