Com duração de três meses, projeto Venture Brazil pode ser realizado em diversospaíses, como Alemanha, Argentina, Peru, Colômbia e EUA

Para as Startups que buscam um panorama mundial do seu setor ou desejam ampliar os conhecimentos na área, já podem contar com o auxílio do intercâmbio profissional.  O projeto chamado “Venture Brazil”, liderado pela AIESEC(www.aiesec.org.br),organização sem fins lucrativos, reconhecida pela UNESCO como a maior organização gerida por jovens, tem como objetivo oferecer benefícios para Startups como visão global e conhecimento técnico no setor atuante,proporcionando uma mão de obra qualificada e benefícios para a empresa como um todo, além é claro, de possibilitar experiências, trabalho em equipe e vivência internacional para os jovens universitários. Os estudantes selecionados para atuar nas Startups são considerados talentos globais, com competência de liderança e aprendizagem proativa.

Só noBrasil são mais de 100 empresas engajadas no projeto, já no exterior, osprincipais países participantes são Alemanha, Argentina, Peru, Colômbia e EUA.“A ideia é que estudantes estrangeiros venham ter essa experiência emstartups brasileiras e os nossos estudantes tenham a oportunidade de estagiarem uma empresa de fora proporcionando conhecimento para ambas as partes e emvários países, diz Carolina Araújo, diretora de Relações Públicas da AIESEC no Brasil.

A Startup que desejar participar do Projeto “Venture Brazil” deve preencher os seguintes requisitos:

Ser empreendimento em etapainicial com modelo de negócio inovador; Ter interesse em trocar conhecimentocom jovens internacionais; Ter interesse em ensinar a cultural local e ambienteempreendedor.

Nesse Projeto, a AIESEC oferece a estudante de 18 a 30 anos a oportunidade de um intercâmbio profissional, com duração de três meses nas áreas de Internacionalização, Marketing, Vendas e Gestão proporcionando aos intercambistas uma atividade de empreendedorismo internacional em Startups.

Como é o caso da Social Condo, situada em Porto Alegre que atualmente passa por um processo de internacionalização e recebe intercambistas para ajudar nessa fase,“Com o auxílio dos intercambistas podemos conhecer melhor o mercado internacional, adaptar os produtos para cada país, aprimorar outras línguas nos demais funcionários, além de estudar a cultura universal”, diz João David Souza,Co-founder da empresa.

Segundo a AIESEC, entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, o Brasil recebeu mais de 100 intercambistas profissionais em diversas regiões como Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. ( Fabiola Rosa)