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Na noite de quinta, o jornalista Iuri Godinho recebeu convidados para o lançamento de sua 21ª obra 100 Grandes Capas de Livros Goianos, em coquetel na Casa de Cultura Altamiro de Moura PachecoA obra trata de um estudo sobre as capas de livros mais representativas da história da literatura goiana desde 1928.

Entre os presentes, vários personagens do cenário cultural Goiano, como artistas plásticos e cantores, além de amigos e admiradores do trabalho deo jornalista. A empresária Nidia Saldanha, que esteve presente, elogiou a obra e comentou a importância desse estudo sobre a história literária e gráfica Goiana. “Os registros realizados neste livro são fonte de estudo para quem admira e valoriza nossa cultura.” disse.

100 Grandes Capas de Livros Goianos – Segundo o jornalista a pesquisa durou três anos, e contou com a ajuda dos escritores Luiz de Aquino Alves Neto e Adalberto de Queiroz, que analisaram mais de três mil volumes, sendo selecionados apenas cem.  O livro também faz uma análise do mercado livreiro goiano e revela como a Editora Kelps foi a primeira da história a fechar o ciclo completo da edição, que vai desde a negociação inicial com o escritor até a distribuição do livro impresso.

Iuri Godinho explica que em Goiás nunca formou um capista, por isso os artistas plásticos dominarem a área desde 1950. Até os anos 1960 os volumes eram impressos fora de Goiás e os escritores quase nada opinavam sobre as capas. Com a Editora Oriente, fundada em 1968, a perspectiva muda.

O autor revela que a capa mais antiga analisada é Orchideas, de Leodegária de Jesus, de 1928. Já a mais atual com Almofariz do Tempo, da também jornalista Cássia Fernandes, que teve a capa personalizada com temperos de cozinha, e foi lançado recentemente.