Com mais de 125 mil ingressos e produtos culturais distribuídos até o momento, Eu Faço Cultura se afirma como um dos grandes incentivadores da arte no país.

O Eu faço Cultura é um projeto que precisa de muitas pessoas para acontecer, cada empregado Caixa, cada produtor que cadastra seu projeto, cada artista e cada beneficiário é responsável pelo crescimento do Programa e essencial para o sucesso do projeto.

O Programa já esteve em 122 cidades brasileiras, atingiu o número mais de 800 produtores parceiros e 5506 cadastros de ONGs, Escolas Públicas, micro empreendedores individuais e pessoas participantes de programas sociais do governo.

O Eu Faço Cultura continua a acreditar que sem cultura um País não se desenvolve. Agradecemos profundamente a todos os parceiros do EFC.

Se todos os brasileiros têm que ter acesso à educação, todos teriam que ter acesso à cultura também, certo? Qual produtor cultural não sonha em democratizar a cultura, já que 60% da população brasileira nunca foi ao teatro? Pensando que a cultura é um bem essencial, nas pessoas que nunca se depararam com um espetáculo de dança, teatro, cinema ou na população que não pode consumir expressões culturais com alguma frequência, mesmo que fosse uma vez ao ano, e ainda levando em conta o produtor cultural que muitas vezes não consegue vender todos seus ingressos e por esta razão acaba tendo seu projeto naufragado, o projeto Eu Faço Cultura criou uma plataforma que funciona como uma espécie de ponte entre as pessoas de baixa renda que querem consumir cultura e os produtores culturais que desejam ver suas casas lotadas e contribuir com a formação de plateia. “O projeto começou com o pé direito, auxiliamos no aquecimento do mercado cultural na democratização da cultura e na formação de plateia através da Lei Rouanet. Esperamos que em 2017 o programa continue atingindo novas cidades e novos produtores culturais”, comenta Moacir Carneiro, diretor sócio cultural do Eu Faço Cultura.

O Eu Faço Cultura tem uma proposta inédita no Brasil e funciona da seguinte forma: o projeto compra ingressos/produtos do produtor cultural ou fornecedores de cultura e distribui aos beneficiários finais, com subsídio total do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet. Uma iniciativa da FENAE e das APCEFs, com a participação de milhares de empregados da ativa e aposentados da CAIXA, assim como o patrocínio da CAIXA Seguradora e da PAR Corretora.

O maior diferencial deste projeto é a facilidade de participar e a ampla oferta de produtos culturais gratuitos oferecidos. O produtor cultural só precisa cadastrar seu projeto e aguardar a aprovação dos documentos que comprovam a legitimidade e qualidade do seu produto, beneficiário (participantes de programas sociais do governo, microempreendedores individuais – MEI e diretores de escolas públicas ou ONGs) só precisam efetuar um cadastro para poder resgatar 1 par de ingressos por ano. No caso de instituições, 1 par de ingressos por aluno/integrante da ONG.

As ONGs, Escolas Públicas, MEIs, Bolsa Família e outros programas sociais estão constantemente aumentando suas adesões ao Programa, ampliando os horizontes de alcance do Eu Faço Cultura e consequentemente contribuindo para a democratização da cultura no País.

Desde 2006, a FENAE, que também é responsável por diversas ações na área cultural, como o Música Fenae e o Talentos Fenae/Apcefaposta no Eu Faço Cultura para transformar o empregado da Caixa em um incentivador cultural. Anteriormente, a ideia era levar atrações e oficinas para regiões carentes. Desde 2014 o projeto se transformou em uma plataforma digital, porém o objetivo continua o mesmo: democratizar, formar plateias e dar impulso ao mercado cultural com amparo ao pequeno e médio produtor.

Peças importantes que fizeram parceria com o projeto como 7 Conto, com Luis Miranda e direção de Ingrid Guimarães, Gota D´água a Seco, direção de Rafael Gomes.  Nós, com os mineiros do Grupo Galpão; Estamira, que venceu o prêmio shell com a atriz Dani Barros; Os Monólogos da Vagina dirigido pelo Miguel Falabella; Frida y Diego, com autoria de Maria Adelaide Amaral; O Corpo Da Mulher Como Campo De Batalha, texto do renomado Matéi Visniec e com Ester Jablonski e Fernanda Nobre (indicada ao prêmio Shell); Gonzagão- A Lenda, musical com texto e direção de João Falcão; Kiwi, de Luciano Mazza, entre outros.

Para o mineiro Eduardo Moreira, sócio fundador do Grupo Galpão o projeto vai de encontro com o maior objetivo do Grupo, que é a democratização da cultura. “São projetos como este que nos possibilitam ampliar nosso público, levar nosso produto artístico para um público mais amplo, que muitas vezes não tem condições de pagar um ingresso, considero que este projeto tem uma imensa importância social e cultural” (Pombo Correio)