Assessoria de Comunicação – ICMC – USP

(divulgação)

Se você se identifica com o gênero feminino, é estudante universitária e tem interesse em aprender, inovar e realizar um projeto em equipe, inscreva-se nessa iniciativa

Desenvolver uma solução criativa e inovadora para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Esse é o tema de um desafio online de tecnologia que acontece nos dias 17 e 18 de outubro, o SheHacksBr. O principal objetivo da iniciativa é estimular a produção de um protótipo de software ou de hardware, que pode ser, por exemplo, um aplicativo ou um sistema web. Esta será a segunda edição do evento, que nasceu da vontade das organizadoras em trazer cada vez mais confiança, experiência e representatividade às mulheres na área de computação.

Por isso, as 100 vagas são destinadas para quem se identifica com o gênero feminino e tem algum vínculo estudantil com uma instituição de ensino superior. As inscrições foram abertas na sexta-feira, 18 de setembro, a partir das 17 horas e podem ser realizadas até dia 21 ou enquanto houver vagas por meio deste link: http://uclab.xyz/shehacks-subscribe. Como na edição anterior essas vagas se esgotaram rapidamente, as organizadoras da iniciativa recomendam que as interessadas se inscrevam o quanto antes.

A oportunidade é aberta a estudantes de qualquer universidade do Brasil e de qualquer curso, seja ele tecnólogo, licenciatura, bacharelado, pós-graduação ou qualquer outra modalidade. Para participar, não há necessidade de saber programar. Já que o desafio é voltado para times compostos por até quatro participantes, basta a equipe ter uma programadora que já é suficiente. Até porque a equipes multidisciplinares são essenciais para um projeto de sucesso. Também não é preciso ter um grupo formado para se inscrever, porque durante o evento serão realizadas algumas dinâmicas para formação das equipes que ainda não estiverem com quatro participantes.

SheHacksBr é organizado pelo CodeLab Initiative, que conta com grupos de extensão atuantes em diversas universidades brasileiras. Na USP, há três grupos: um ligado à Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH); outro ao Instituto de Matemática e Estatística (IME); e um no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC).

“O SheHacksBr já se tornou um grande evento e promove um grande impacto tanto para quem organiza quanto para quem participa. Desejo que todas as meninas se sintam motivadas a se inscrever na iniciativa, e que seja um momento marcante em suas vidas”, diz a professora Sarita Bruschi, do ICMC, que coordena o USPCodeLab Sanca.

“Fazer parte da organização do SheHacksBr é uma das maiores alegrias da minha vida. Na primeira edição do evento, senti uma força absurda vindo de todas aquelas mulheres. Vi como elas sentem falta desse tipo de evento para a comunidade feminina e como elas querem muito participar deles”, conta Carolina Arenas Okawa, que cursa Ciências de Computação no ICMC e faz parte do USPCodeLab Sanca. “Não tive a menor dúvida sobre fazer parte da organização da edição deste ano. Trazer essa experiência para elas é uma sensação incomparável”, completa a estudante.

Já para a coordenadora geral do SheHacksBr, Alexia Carolina Scheffer da Silva, que cursa Sistemas de Informação na EACH, organizar e realizar hackathons como esse é sempre um prazer, pois são dedicadas horas ao planejamento do evento e, no final, o resultado é recompensador e pode ser visto diretamente: “Na primeira edição do SheHacksBr, pude observar o grande impacto na representatividade feminina que o evento causou. As participantes estavam todas muito animadas e tiveram várias experiências enriquecedoras. Todas aprenderam muito, conheceram outras mulheres incríveis e realizaram um grande projeto a partir do tema proposto”.

Este ano o evento será totalmente online, mas Alexia aposta que os resultados do evento serão tão relevantes quanto os da edição anterior. “Considerando o quadro de isolamento atual, o SheHacksBr vai nos trazer um banho de ânimo. Tenho certeza que o evento online vai proporcionar tudo o que um hackathon presencial oferece, mesmo não estando juntas fisicamente. A parte boa é que estaremos no conforto e liberdade de nossas casas”, finaliza a estudante.