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Patricia Finotti

(crédito: Cássio Cardoso)

Francis Telles

Coletânea com vinte autoras negras será lançada em Goiânia, no mês de novembro. O livro reune a trajetória de desafios e conquistas.

Na última sexta-feira, Goiânia foi palco de um evento marcante para a literatura brasileira: o pré-lançamento do livro “Pluralidades: A Força da Mulher Negra”, organizado pela jornalista Francis Teles e publicado pela Editora Alta Performance.

O encontro das coautoras aconteceu no espaço acolhedor Complexo 62, escritoras, familiares, amigos e convidados se reuniram para celebrar a obra que promete ser um marco na literatura contemporânea. Com uma atmosfera de empoderamento e diversidade, o evento proporcionou espaço para reflexões sobre as múltiplas experiências e perspectivas das mulheres negras, destacando suas vozes e trajetórias de desafios e conquistas.

O pré-lançamento foi mais do que uma simples prévia do livro, foi um momento de conexão e reconhecimento das histórias dessas mulheres. Francis Teles, com sua sensibilidade jornalística, soube conduzir o evento de forma magistral, dando voz e visibilidade a cada uma das coautoras e suas narrativas únicas. O Complexo 62 se transformou em um ambiente de celebração da diversidade e resistência, onde as protagonistas do livro puderam compartilhar a experiência com a escrita e inspirar todos os presentes.

“Pluralidades: A Força da Mulher Negra” é a manifestação de resiliência, orgulho e força. As páginas desse livro não apenas contarão histórias, mas também abrirão caminho para novas conversas, reflexões e ações em prol da igualdade e do reconhecimento das mulheres negras em nossa sociedade. “Que este seja apenas o início de uma jornada de transformação e empoderamento para mulheres do Brasil e de outros países, especialmente aquelas que carregam consigo a herança de uma história de luta e superação”, destaca Francis Telles.

A jornalista explica ainda que a primeira edição do livro Pluralidades, lançada em 2023 reuniu sete mulheres, para 2024 o número sobe para vinte, profissionais negras de Goiânia, Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Paraná, Jataí, além de uma goiana que hoje mora na Irlanda, uma moçambicana e uma guineense. “Dar voz a todas essas mulheres nos fortalece e faz continuar acreditando que podemos estar em todos os espaços e sermos protagonistas das nossas histórias”.

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