
(crédito: Unique Fotos by Karitha)
NB Comunicação / Gemma Macellaro
Os proprietários da Danglar, Flavio Lima e Rosiane Costa Lima, possuem tradição na fabricação de joias finas desde os anos 1990, quando tinham uma fábrica que produzia peças para diversas marcas e joalheiros independentes, até 2012.
Inserido no universo joalheiro desde a infância, Flavio Lima cresceu observando a atuação de seus pais, proprietários de uma rede de joalherias, no mercado de joias e decidiu seguir seus passos. Já Rosiane tem trajetória consagrada no setor, tendo assinado, entre outros trabalhos, a primeira coleção de joias fotografada por Gisele Bündchen, para a Vivara há quase duas décadas.
Andre Lima, diretor comercial, e João Pedro Lima, de tecnologia e inovações, filhos do casal, e Gabriela Lima, do marketing e digital, esposa de Andre Lima, reiteram o comprometimento da Danglar em oferecer a excelência, traduzida na qualidade excepcional de seus produtos e em uma experiência impecável aos clientes.
Ecos de um Jardim Imaginário
Composta por joias femininas que evocam o romantismo e a atmosfera bucólica, a coleção Ecos de um Jardim Imaginário foi dividida em três famílias — Vitória-Régia, Colmeia e Folhas — com colares, pulseiras, brincos e anéis produzidos em ouro, diamantes e pedras preciosas selecionadas.
Rosiane ressalta que a coleção traduz em joias o diálogo entre o orgânico e o precioso. “A ideia é que cada peça se torne um eco desse jardim e promova o encontro entre natureza, arte, forma e sensibilidade. Cada joia expressa uma emoção — o frescor, a leveza, a feminilidade e a renovação”, pontua.
As cores seguem as tendências de tons pastel — rosa-claro, azul-claro, verde-claro, marsala-claro, bege e marrom suave — refletindo leveza e requinte. Em três tons de ouro — amarelo, branco e rosé — cada combinação de cor e luz traduz uma emoção: o amanhecer, a calmaria das águas e o calor do pôr do sol.
“Ecos de um Jardim Imaginário celebra o poder de transformar o efêmero em eterno. É uma coleção que fala de vida, renovação e delicadeza, e convida a olhar para a natureza não apenas como inspiração, mas como espelho da própria alma. Essas peças não são apenas adornos, mas símbolos de harmonia, poesia e sofisticação atemporal”, finaliza Flavio.