Aproximar a ciência da sociedade de forma descontraída e acessível é o principal objetivo do festival, que busca estabelecer um diálogo aberto e informal entre os cientistas e o público, proporcionando uma experiência única e divertida. “Em um mundo pós-Covid, a importância de discutir ciência se torna mais fundamental do que nunca. A pandemia destacou a necessidade urgente de compreensão científica, informação precisa e colaboração global”, acrescenta Almeida.
No ano passado, já houve um recorde de participação com 120 cidades se unindo à iniciativa, marca que será superada este ano, com a inclusão de 41 municípios que nunca sediaram o evento, e o retorno de várias cidades que haviam deixado de participar da edição anterior. “Isso mostra que o festival continua em plena ascensão. E desta vez sairemos dos bares e restaurantes e vamos também para praças públicas e outros locais a céu aberto”, revela o coordenador. A expectativa é que cerca de 25 mil pessoas participem do evento.
No Brasil, a história começa em 2015, quando o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, realizou a iniciativa pela primeira vez em uma cidade da América do Sul. De lá para cá, o festival foi ampliando seu impacto e expandindo-se pelo país, até que veio a pandemia de Covid-19, o que obrigou a adaptação do modelo para versões online em 2020, 2021 e 2022.
